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Telmo Silva/hub
Ferramenta

Assinatura à mão, em vetor

Fotografa a tua assinatura a caneta, ou desenha-a diretamente no ecrã, e sai daqui em SVG. Da foto saem dois estilos: o fiel, que contorna a tinta tal como está no papel, espessuras e laços incluídos, e o redesenhado, que extrai o percurso da caneta e volta a escrevê-lo como curva contínua, traço a traço. Desenhada no ecrã, o percurso é conhecido de verdade e a animação de escrita sai perfeita por construção.

A tua assinatura não sai do teu computador. Não há servidor nesta página: a imagem entra num canvas do browser e nunca chega a existir num pedido de rede. Também não fica guardada aqui, nem sequer neste browser, por isso recarregar a página perde o trabalho. Numa ferramenta de assinaturas, isso parece-me o preço certo.

A foto decide quase tudo. Quatro coisas antes de a tirares

  • Papel branco, sem linhas. As linhas do papel entram como traços da assinatura.
  • Caneta escura, não lápis. O lápis dá um traço cinzento e irregular que se perde no papel.
  • A assinatura a encher o enquadramento. Quanto mais pequena estiver na foto, menos detalhe sobra.
  • Luz sem sombra por cima. A sombra da tua própria mão é o erro mais comum.

Arrasta para aqui a foto da tua assinatura, cola do clipboard, ou escolhe o ficheiro.

No telemóvel, escolher imagem abre também a câmara. Desenhar no ecrã dá a melhor animação, porque o percurso da caneta fica conhecido de verdade.

O que isto não faz

Não inventa letras que a tua mão não escreve, e não torna legível uma assinatura ilegível. Se a tua colapsa metade do nome numa curva, vai continuar a colapsar: é isso que a torna tua.

O estilo redesenhado toma decisões genuinamente ambíguas numa fotografia (se dois pedaços são o mesmo traço, se uma marca é linha ou mancha, se um pedaço é sujidade) e nenhum conjunto de números as acerta sempre. Em assinaturas cursivas densas costuma perder: para isso existe o estilo fiel, que não decide nada, e a opção de desenhar no ecrã, que não tem nada para decidir. Quando o redesenhado quase acerta, a ferramenta mostra o que decidiu e deixa-te corrigir marca a marca; e se o resultado sair estranho em qualquer estilo, começa por ver o preto e branco, porque quase sempre o problema está aí e resolve-se com outra foto, não com os controlos.

Uma última nota, que é tua para pesar: uma assinatura publicada em vetor extrai-se em qualquer tamanho. Em Portugal uma assinatura manuscrita sozinha não abre contas nem assina contratos, que pedem Chave Móvel Digital ou presença, mas o risco não é zero. A ferramenta não publica nada; quem publica és tu, e vale a pena ser uma decisão e não um descuido.

Construí isto porque precisava dele: a assinatura que está na capa deste site saiu de uma foto de telemóvel exatamente por este caminho. Se quiseres ver o resto do que construí, está em trabalho.

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